Vozes do Joelma "Os gritos que não foram ouvidos" - Marcos DeBrito, Rodrigo de Oliveira, Marcus Barcelos e Victor Bonini

27 de novembro de 2019






#RecebidosHannaBooks📚 || Vozes de Joelma || @faroeditorial || @clubeliterarioferavellar ||⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Boa tarde pessoas incríveis que amam ler! Hoje recebi da editora @faroeditorial esse livro que será a leitura coletiva do clube Literário Fer Avellar ❤️ e estou simplesmente A-P-A-I-X-O-N-A-D-A! A edição está tão maravilhosa que o coração até explode de alegria!
Logo venho com a resenha para vocês, estou ávida para iniciar a leitura!

Marcos DeBrito, Rodrigo de Oliveira, Marcus Barcelos e Victor Bonini são autores reconhecidos pela crueldade de seus personagens e grandes reviravoltas nas narrativas. As mentes doentias por trás dos livros A Casa dos Pesadelos, O Escravo de Capela, Dança da Escuridão, Horror na Colina de Darrington, Quando ela desaparecer, O Casamento, Colega de Quarto, e da série As Crônicas dos Mortos, se uniram para criar versões perturbadoras sobre as tragédias que ocorreram em um terreno amaldiçoado, e convidaram o igualmente perverso Tiago Toy para se juntar na tarefa de despir os homicídios, acidentes e assombrações que permeiam um dos principais desastres brasileiros: o incêndio do edifício Joelma. 


O trágico acontecimento deixou quase 200 mortos e mais de 300 feridos, além de ganhar as manchetes da época e selar o local com uma aura de maldição. Esse fato até hoje ecoa em boatos fantasmagóricos que envolvem a presença de espíritos inquietos nos corredores do prédio e lendas sobre lamúrias vindas dos túmulos onde corpos carbonizados foram enterrados sem identificação. Algo que nem todos sabem, é que muito antes do Joelma arder em chamas no centro de São Paulo, o terreno já havia sido palco de um crime hediondo, no qual um homem matou a mãe e as irmãs e as enterrou no próprio jardim. Devido às recorrentes tragédias que marcaram o local, há quem diga que ele é assombrado por ter servido como pelourinho, onde escravos eram torturados e executados. E sua maldição já fora identificada pelos índios, que deram-lhe o nome de Anhangabaú: águas do mal. Se as histórias são verdadeiras não se sabe... A única certeza é que a região onde ocorreu o incêndio tornou-se uma mina inesgotável de mistérios. E, neste livro, alguns deles estão expostos à loucura de autores que buscaram uma explicação.


Um comentário

  1. Um dos meus livros mais desejados!!! Logo, logo meu exemplar está aqui e será sim, minha leitura! Amo contos, amo literatura nacional e esta obra foi e é elogiada demais desde seu lançamento.
    Até por trazer contos baseados em fatos tão reais e que sim, estão ainda vivos na mente de muitos de nós!!!
    Lerei!
    Beijo

    Angela Cunha Gabriel/Rubro Rosa/O Vazio na Flor

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